Opinião

11:04 am

Happy, happy, happy …


 

São dez e trinta da manhã de quarta feira, acabei de entrar no gerenciador do blog, e fiquei surpresa ao ver que 1792 pessoas viram a minha página desde sexta feira.

Estou supermotivada. Não é fácil conquistar um espaço nesta imensidão de blogs de moda que existem por aí.

Tenho os meus prediletos ! Da Maria Prata, editora de moda da Vogue, é muito pessoal. Ela tem o dom da escrita, faz de  forma megacarinhosa e próxima ( ela entende tudo de moda! ). Da Lilian Pacce é bastante comercial, dá várias notícias em primeira mão, mas não é ela quem escreve. O Chic da Glórinha Kalil, é tudo de bom! Ela é nossa MUSA né ?  E mais, do SPFW, Glamurama, dos meus amigos Lula Rodriguês, Marco Sabino, que são especialistas em moda masculina, megacompetentes ( amo! ). Da Oficina, da Alexandra Farah, que  é uma figura! Quem vê não acredita! Ela é a mais tecnológica, anda por aí com uma câmera fazendo entradas ao vivo ( ela já me pegou de surpresa uma vez! ). Mas é muito antenada, sabe de tudo.

Tem o blog do querido Bruno Astuto, que também escreve uma coluna no jornal O Dia. Ele domina os sobrenomes, nunca ví nada igual, é uma enciclopédia! Da Amélinha Azeredo Divino também é incrível, sempre tem uma entrevista com uma pessoa interessante.

Não vou esquecer da coluna da Lu Lacerda, que não é de moda, mas também arrasa na área social. É o nosso Glamurama carioca.

Devo ter esquecido de vários! Vou lembrando e contando para vcs!

Obrigada e continuem me visitando!

 

 
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04:55 pm

Que nostalgia!


 

Qual década vocês gostariam de ter vivido intensamente? Anos 50, 60, 70, 80…? Lembro bem da década de 80. Foi minha primeira referência e lembrança como ser humano na esfera do mundo da moda. Quem não se lembra da novela Dancin’ Days? Eu usava aquelas meias coloridas, de lurex e achava o máximo! Também usava aqueles sortinhos de nylon curto (tipos os de corrida de hoje).

Quando vejo minhas fotos, sinto pena de mim mesma. Na verdade, os anos 80, tanto para o Brasil, como país, como para moda, não serviu para absolutamente nada. Foi a década perdida e mais cafona do planeta.

Também lembro que foi a primeira vez que usei uma saia balonê, com mangas balonê também!!!!!! Rsrsrsrs… Os vestidos eram em tafetá brilhante. Uma loucura!

Outro estilo que me marcou profundamente, foi o uso das calças baggy e semi-baggy, TODAS compradas na Philip Martin.

E as ombreiras? Parecíamos vindos de um planeta bem distante.

O look total também era uma mania: era calça de couro com jaqueta de couro, calça jeans com blusa jeans , com muitas aplicações; bordados, lantejoulas, tachinhas. Minha mãe adorava uma loja chamada Spy alguma coisa, não lembro o nome. Só lembro que eu vivia lá e tinha uma loja Philip Martin quase ao lado.

Amava Fiorucci, Bumbum, Company, Madonna, Olivia Newton-John, John Travolta, Chorus Line, ballet, Cats, Mulher Maravilha, Samantha a Feiticeira…

O make era ultracarregado e os cabelos eram frissados, presos com laços, tules e faixas.

Fui uma época que me marcou profundamente, foi quando deixei de ser menina e me tornei uma adolescente louca por ballet e moda. E foi aí que minha vida começou! Quanta nostalgia!

 
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  1. Para refletir…
06:03 pm

Adoro coments!


 

Marco, adoro seu blog, sou fã há muito tempo, até já me vi lá , rsrsrs…

Dani, você que é dona da Mixed, não entra nessa de venda pela internet. Como já disse, a degustação é a melhor parte. Beijos também para todos vocês, queridos amigos, que estão me dando a maior força neste novo projeto. E já já, vem cara nova.

 
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  1. Bem-vindos!
06:48 pm

Será que pega?


 

Alguém já comprou roupa pela internet? Li uma matéria na Folha desta semana e o tema central era este. Quem já entrou no site americano net-a-porter? É uma loucura, dá vontade de ter tudo, até porque as melhores marcas estão lá, mas… Pensando bem, esta coisa de clicar e comprar não tem muita graça, o bacana é experimentar, criar produções, ver ao vivo, a não ser que seja aquela peça “must have” que não se encontra em lugar algum.

A onda também já pegou por aqui. Temos uns cinco sites de venda, mas para ser muiiiiito sincera, o único que dá para navegar é o e-closet. Tem peças da Cris Barros, Ara Vartanian, entre outros bons designers.

Resumindo: internet é só para comprar geladeira, fogão, etc. Roupa é para ser degustada! Gosto de sentir o cheiro, pegar no tecido, ver se é confortável! Tô fora! Vamos para o Shopping!

 
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04:21 am

Para refletir…


 

Modelos lindas, estilistas com fama mundial, fotógrafos e maquiadores celebridades, editoras de moda no alto escalão social, artistas vestindo “looks” da moda, ditando o que usar, criando idolatria. Parece perfeito, não é?

Este é o mundo da moda “fascinante”, que a maior parte das pessoas acha que conhece. Pois é, a cada dia vejo mais jovens querendo estar por dentro deste mundo de glamour, que poucos privilegiados tem a oportunidade de fazer parte. Recebo currículos frequentemente de meninas e meninos, seres humanos sedentos por um micro espaço nesta epopéia que promete o sonho de sair do anominato.

Neste texto, gostaria de colocar um assunto muito importante em pauta. Quem são as pessoas que produzem de fato a roupa que usamos? Quem de fato deixa um pouco da sua energia impregnada em cada peça de vestuário?

Na minha época de faculdade, quando queria me especializar em jornalismo internacional, estudei muito sobre os gulags, os campos de trabalho forçado na China. Era o início da década de 90.

Depois de tanto tempo, a maior parte das fábricas das grandes marcas americanas e européias se estabeleceram na China por causa da mão de obra barata, quase escrava. Até os grandes conglomerados tem fábricas que produzem boa parte dos acessórios e pret-a-porter, salvo raríssimas
marcas que genuinamente preservam sua história e raízes.

Esta história intrigante, que não me faz calar, é triste, infringe os direitos humanos. Milhares de chineses trabalham em média 20 horas por dia, na época de grandes pedidos até uma semana inteira sem parar, varando noites à fio, em condições muito precárias, sem o mínimo de dignidade.

Muitas são mulheres, muitos são menores de idade, que tem sua carteira de identidade falsificada pelo próprio patrão. As horas extras são recompensadas com um lanche extra e cada peça produzida equivale a 0,06 de dólares. Isto quando o salário é realmente pago na data combinada.

Lembro também de ter lido que as grandes marcas internacionais que fabricam suas peças na China, finalizam os produtos em seus países de origem, o que lhes dá o direito do uso “made in qualquer lugar”, pois ninguém vai querer um “made in China”!

Deve ser por vergonha, CLARO!

A minha pergunta é: Será que vale a pena um lucro enorme as custas da escravidão humana? É para refletir…

Aguardo comentários.

 
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