CHRIS PITANGUY » Blog Antigo

Minha vida de consultora…

Imaginem o editor de moda, Giovanni Frasson, o fotógrafo JR Duran, a top-model gringa, Michaela Kocianova, e o maquiador Max Weber todos juntos! Adivinhem o motivo? Eles vieram fotografar as próximas campanhas do Shopping Leblon, com total DNA de moda.

Não foi fácil juntar esta turma, mas valeu a pena!

Passei o dia inteiro na locação, acompanhando a sessão de fotos e gravando o making-off para o meu programa de moda, que passa nas tvs de plasmas dentro do shopping, o SLTV.

Não sei se vocês sabem, já falei aqui uma vez! Dou consultoria de moda para o shopping. O meu conhecimento de moda se traduz em idéias para campanhas, eventos, mix de lojas… Também escrevo no site e ainda apresento e dirijo um programa de moda. Ufa!!! O dia-a-dia é um aprendizado valioso!

O visual escolhido foi o estacionamento descoberto do mall, com vista 360 graus para a Lagoa, o Cristo e a praia. O sol estava escaldante, mas o clima era de total descontração!

A Michaela é uma fofa, ultraprofissional. Para quem desconhece o currículo da TOP, ela é uma das “Angels” da marca americana de lingeries Victoria Secrets, e também desfila para as melhores marcas internacionais, nas semanas de moda de Paris, Nova York e Milão.

Giovanni Frasson é o editor de moda megaconsagrado da Vogue, que cria aqueles lindos editoriais que vocês vêem na revista. JR Duran, o nome já diz tudo, é o fotógrafo de maior prestígio do Brasil, e olha que profissional! Max Weber é o beauty-artist preferido das modelos, atrizes, editores de moda…

Que dia!

New Look

Frida Giannini, diretora-criativa da marca Gucci, arrasou ao escolher como referência máxima da coleção o olhar Boho, anos 70, total hippie-chic, que é a cara da temporada que se inicia (outono-inverno no Hemisfério Norte e primavera-verão no nosso querido Brasil).

A inspiração guerreira russa com cintos que enroscam o corpo e caem lânguidos, cabelos despenteados, muita franja; tem extrema personalidade e foi o estilo que escolhi para o meu novo dia-a-dia.

Lógico que por aqui, as botas e casacos serão substituídos. As calças podem variar, vou adotar o “look” com as pantalonas, que já uso e amo. Também posso usar shortinhos jeans desfiados, ou saias no mesmo estilo descontraído. Não vamos esquecer das batinhas, total referência nos anos 70.

Poderosos

Domingo… Fim de tarde… Almocinho tradicional na casa da Lenny. Imaginem! Carlos Miele, Oskar Metsavah, Sergio  (da marca francesa Paule Ka), Roberto Paz (diretor da Yves Saint Laurent), Michel Roberts (editor de moda da Vanity Fair) e a anfitriã, todos juntos em uma mesma mesa? Seria pauta certa para qualquer jornal do mundo. Isto foi o que o Oskar me disse e tive que concordar.

Depois de uma longa jornada de dois almoços por causa do Dia dos Pais, me joguei neste cenário com um bom vinho tinto, um papo gostoso, megainteligente. Uma delícia como sempre…

Amo a Costanza

Vocês viram o meu post falando do desfile haute-couture do Valentino com direção-criativa da Alessandra Fachinetti?

Pois é, a consultora de moda Costanza Pascolato (adoro! Sou fã) usou a mesma foto para ilustrar sua coluna na Vogue deste mês. Adorei!

Loucura fashion – Parte II

Amo Pucci, faço coleção.

Olha o que vem por aí…
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Que nostalgia!

Qual década vocês gostariam de ter vivido intensamente? Anos 50, 60, 70, 80…? Lembro bem da década de 80. Foi minha primeira referência e lembrança como ser humano na esfera do mundo da moda. Quem não se lembra da novela Dancin’ Days? Eu usava aquelas meias coloridas, de lurex e achava o máximo! Também usava aqueles sortinhos de nylon curto (tipos os de corrida de hoje).

Quando vejo minhas fotos, sinto pena de mim mesma. Na verdade, os anos 80, tanto para o Brasil, como país, como para moda, não serviu para absolutamente nada. Foi a década perdida e mais cafona do planeta.

Também lembro que foi a primeira vez que usei uma saia balonê, com mangas balonê também!!!!!! Rsrsrsrs… Os vestidos eram em tafetá brilhante. Uma loucura!

Outro estilo que me marcou profundamente, foi o uso das calças baggy e semi-baggy, TODAS compradas na Philip Martin.

E as ombreiras? Parecíamos vindos de um planeta bem distante.

O look total também era uma mania: era calça de couro com jaqueta de couro, calça jeans com blusa jeans , com muitas aplicações; bordados, lantejoulas, tachinhas. Minha mãe adorava uma loja chamada Spy alguma coisa, não lembro o nome. Só lembro que eu vivia lá e tinha uma loja Philip Martin quase ao lado.

Amava Fiorucci, Bumbum, Company, Madonna, Olivia Newton-John, John Travolta, Chorus Line, ballet, Cats, Mulher Maravilha, Samantha a Feiticeira…

O make era ultracarregado e os cabelos eram frissados, presos com laços, tules e faixas.

Fui uma época que me marcou profundamente, foi quando deixei de ser menina e me tornei uma adolescente louca por ballet e moda. E foi aí que minha vida começou! Quanta nostalgia!

Adoro coments – Parte II

Alexandre, adorei o coments! E vou fazer propaganda! SOU FÃ das suas marcas! A Maria Bonita Extra, Bonitona e Bonitinha fazem parte do meu dia a dia, do meu lifestyle, referência do bem viver despojado, sofisticado.

Um beijo!

Loucura fashion

Literalmente AMO Alber Elbaz, o diretor-criativo da Lanvin. O que ele fez com a marca foi um sopro de criatividade e rejuvenecimento. Me descobri uma mulher apaixonada. Mergulho nas araras a cada coleção.

Vamos desfrutar um pouquinho do que vem por aí…

Adoro coments!

Marco, adoro seu blog, sou fã há muito tempo, até já me vi lá , rsrsrs…

Dani, você que é dona da Mixed, não entra nessa de venda pela internet. Como já disse, a degustação é a melhor parte. Beijos também para todos vocês, queridos amigos, que estão me dando a maior força neste novo projeto. E já já, vem cara nova.

Será que pega?

Alguém já comprou roupa pela internet? Li uma matéria na Folha desta semana e o tema central era este. Quem já entrou no site americano net-a-porter? É uma loucura, dá vontade de ter tudo, até porque as melhores marcas estão lá, mas… Pensando bem, esta coisa de clicar e comprar não tem muita graça, o bacana é experimentar, criar produções, ver ao vivo, a não ser que seja aquela peça “must have” que não se encontra em lugar algum.

A onda também já pegou por aqui. Temos uns cinco sites de venda, mas para ser muiiiiito sincera, o único que dá para navegar é o e-closet. Tem peças da Cris Barros, Ara Vartanian, entre outros bons designers.

Resumindo: internet é só para comprar geladeira, fogão, etc. Roupa é para ser degustada! Gosto de sentir o cheiro, pegar no tecido, ver se é confortável! Tô fora! Vamos para o Shopping!